Apresentação

Padronização de identidade visual das Polícias Civis do Brasil é aprovada por unanimidade

A proposta foi desenvolvida pela Polícia Civil do Rio Grande do Sul e votada durante a reunião do Conselho Nacional dos Chefes de Polícia em Santarém, no Pará

12 de Novembro de 2017 - 15h00 Corrigir A + A -

Por: Redação
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As cores oficias das polícias civis serão o branco, preto e cinza. (Foto: Divulgação PC)

As cores oficias das polícias civis serão o branco, preto e cinza. (Foto: Divulgação PC)

A 49ª Reunião do Conselho Nacional dos Chefes de Polícia (CONCPC), ocorrida no Pará garantiu destaque para o Rio Grande do Sul. O titular da pasta no Estado gaúcho e vice-presidente do Conselho, delegado Emerson Wendt, e a diretora da Divisão do Comunicação Social da Polícia Civil do Rio Grande do Sul, delegada Greta Anzanello, apresentaram proposta de padronização da identidade visual das Polícias Civis de todo o Brasil, aprovada por unanimidade. O projeto agora será formalizado por meio da Resolução 01/2017 do CONCPC, que prevê as cores oficias das polícias civis branco, preto e cinza e, ainda, uniformiza as vestimentas e painéis oficiais.

No encontro, os delegados trataram principalmente, de ações e medidas de fortalecimento institucional para o combate à corrupção e ao crime organizado. Debateram assuntos e operações nacionais e votaram modelos de atuação das Polícias Civis em todos os estados, inclusive no fortalecimento institucional por meio de ações padronizadas.

No segundo dia de reuniões, o secretário Nacional de Segurança Pública, Carlos Alberto do Santos Cruz, falou sobre o quadro real da gestão da Secretaria, sobretudo os investimentos previstos, e fez ainda um balanço das atividades. No cargo há sete meses, Santos Cruz mostrou alguns números que têm dificultado as ações da Secretaria, sobretudo a viabilização de medidas que beneficiem as unidades federativas. “Estamos muito longe da ponta da linha de execução. Parte do atual orçamento foi contingenciado. O governo federal havia contingenciado 58% do orçamento. Agora liberaremos 100% para 2018”, informou o general. “Sabemos que pelo regime federativo temos que ter a contrapartida, seja por meio de recursos, seja por equipamentos”, acrescentou.

Outro tema abordado por Santos Cruz, foi a melhoria do aparelhamento das zonas de fronteira em todo o Brasil, com a necessidade da atuação de órgãos federais e a utilização de recursos da União para implementação de ações policiais de forma integrada. Para o ano que vem, R$ 80 milhões estariam destinados às ações integradas nas faixas de fronteira. “Além da liberação de 100%, tive a liberdade de propor projetos para financiar ações das fronteiras e ao banco de DNA, no sentido de beneficiar a identidade criminal”, relatou.

 


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