Preparação

Só falta entrosar

Novatos destacam qualidade do grupo, mas alertam para a falta ainda de maior conhecimento entre os jogadores

11 de Janeiro de 2018 - 08h30 Corrigir A + A -
Luiz Eduardo se define como um centroavante de raiz (Foto: Carlos Queiroz - DP)

Luiz Eduardo se define como um centroavante de raiz (Foto: Carlos Queiroz - DP)

Por:  Henrique Risse
esportes@diariopopular.com.br

O Brasil fez na terça-feira o seu primeiro e único teste antes da estreia no Campeonato Gaúcho, dia 17 contra o Juventude, no Bento Freitas. A vitória por 8 a 0 sobre o Sindicato serviu para o técnico Clemer observar o comportamento do elenco e também para entrosar os novos contratados com os remanescentes da temporada passada.

Um dos novatos que aproveitou a primeira oportunidade foi o centroavante Luiz Eduardo. Ele chegou no domingo, treinou na segunda-feira e foi a campo na terça já no time titular. Para o provável camisa 9, o teste foi importante para conhecer melhor os novos companheiros. “Bastante positivo (o jogo-treino). A gente sabe que falta entrosamento, o que é normal, tanto pra equipe quanto pra mim que cheguei há dois dias. Então a gente vai se conhecendo aos poucos, mas sabe da qualidade dos jogadores e isso facilita o entrosamento. É lógico que a primeira impressão foi muito boa, ter esse contato com o torcedor. Agora a gente espera entrosar o mais rápido possível para entrar afiado no campeonato”, analisou.

Na primeira partida pelo rubro-negro, Luiz Eduardo buscou o jogo a todo instante, com boa movimentação no setor ofensivo. Mas, segundo o próprio, essa não é bem a sua principal característica. “Eu sou um centroavante mais fixo na área, só que dependendo da partida, da dificuldade, a gente tenta facilitar para o nosso time fluir. Lógico que não é muito bom ficar saindo da área, porque atacante vive de gols. A gente tem que finalizar, mas sendo para contribuir a gente faz de todas as formas”, completou.

A partida também foi boa para o meio-campista Mossoró. Além de marcar um golaço - o primeiro da vitória xavante - o jogador emprestado pelo Internacional participou ativamente da armação das jogadas, apareceu muitas vezes dentro da área e ainda auxiliou Leandro Leite e Itaqui na marcação. “Já joguei nessa posição, como segundo homem de meio campo. Gosto de me movimentar bastante, tenho bom passe, gosto de jogo curto, de deixar os atacantes na cara do gol. Mas também ajudo na marcação”, disse Mossoró.

Não ficou
O atacante Léo Bahia nem foi apresentado e já está fora do Xavante. Na quarta-feira à tarde o diretor executivo de futebol, Vinícius Sinott, confirmou que o Rampla Júnior, do Uruguai, voltou atrás e pediu o retorno do jogador - que já fazia pré-temporada com o elenco. De acordo com o dirigente, o Brasil só irá trazer outro jogador para a função caso surja um bom negócio de ocasião.


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