Custo

Já é tempo de começar a pensar no material escolar

Deixar os filhos em casa e reaproveitamento do ano anterior são algumas das maneiras de baratear a despesa

05 de Janeiro de 2017 - 08h47 Corrigir A + A -

Por: Maria da Graça Marques
graca@diariopopular.com.br 

Déficit é de mais de 13,5 mil unidades, além de 200 áreas irregulares e 20.637 famílias sem escritura (Foto: Carlos Queiroz - DP)

Déficit é de mais de 13,5 mil unidades, além de 200 áreas irregulares e 20.637 famílias sem escritura (Foto: Carlos Queiroz - DP)

Três dicas do professor da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e palestrante nas áreas de Finanças, Gestão e Governança, Andriei Beber, podem alertar os pais neste momento em que já pensam na compra de material escolar para o novo ano letivo.

Segundo Beber, antes de tudo, é preciso fazer um planejamento das compras, para que a falta de pesquisa de preços não comprometa o orçamento.

O material escolar deve estar mais caro, refletindo a inflação do último ano e também a alta do dólar. Os livros são sempre os vilões da lista, mas produtos como mochilas, estojos e lancheiras devem custar 30% mais do que no ano passado. O motivo é justamente a elevação da cotação do dólar.

Dicas
Pesquise em diferentes locais para compar mais barato. Faça orçamentos, buscando produtos em oferta e negocie preços, pedindo descontos.
Deixe os filhos em casa ou converse com eles sobre a necessidade de economizar com o material escolar, evitando as compras por impulso ou influenciadas pela televisão.
Reaproveite o material do ano anterior que estiver em bom estado, comprando apenas o necessário. É uma forma de começar a repassar educação financeira aos filhos.


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