Opções

Além do preço, a conta de luz pesa na escolha

Oito horas de uso diário de um aparelho de ar-condicionado pode representar até 50% de aumento na conta mensal de energia elétrica, enquanto o de um ventilador acrescenta em 20%

11 de Janeiro de 2017 - 11h25 0 comentário(s) Corrigir A + A -

Por: Maria da Graça Marques
graca@diariopopular.com.br 

Uso diário de oito horas pode aumentar o consumo em até 50% (Foto: Paulo Rossi - DP)

Uso diário de oito horas pode aumentar o consumo em até 50% (Foto: Paulo Rossi - DP)

Aparelho de ar-condicionado ou ventilador? Na hora da escolha da melhor opção para enfrentar as elevadas temperaturas deste verão, não é apenas o preço do produto que pesa para o bolso do consumidor. O aumento na conta de luz é considerado por muitos clientes, diz o vendedor Cristian Pulgatti. Oito horas de uso diário de um aparelho de ar-condicionado pode representar até 50% de aumento na conta mensal de energia elétrica, enquanto o de um ventilador acrescenta em 20% este mesmo consumo.

É o mesmo vendedor que relata: “ O pessoal usa mais dividido. De dia, liga o ventilador e de noite, o ar-condicionado”. Na loja, ainda restam ventiladores de mais de um modelo, mas aparelhos de ar-condicionado são vendidos apenas por encomenda. Isto, no entanto, não ocorre em todas as lojas. Neste ano, a venda de aparelhos de ar-condicionado está bem menor, diz o gerente Aldo Borges. Aparelhos modernos que economizam cerca de 30% de energia elétrica custam mais caro, explica. De R$ 1,2 mil, um aparelho de nove mil Btus passou a custar R$ 1,6 mil. Em média, são necessários 600 Btus para cada metro quadrado, explica.

A doceira Luciana Silva, moradora no Areal, comprou na manhã desta terça-feira três ventiladores de uma só vez. “Só temos um”, explica Luciana, que mora com uma família de seis pessoas e revezava o ventilador pelas diferentes peças da casa - “até que ele estragou”. Sua escolha foi por aparelhos de 50 centímetros de diâmetro, no modelo turbo silencioso, que custam R$ 89,00. cada um. Neste ano, não há falta do produto, diz Bastos.


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