Futebol

Xavante empata sem gols em Rio Grande

Brasil criou poucas chances de gol no primeiro teste da temporada

11 de Janeiro de 2017 - 23h21 0 comentário(s) Corrigir A + A -

Por: Sérgio Cabral
cabral@diariopopular.com.br 

O clima quente, pegado, colocou em teste o novo time de Rogério Zimmermann para o Gauchão 2017 (Foto: Jonathan Silva)

O clima quente, pegado, colocou em teste o novo time de Rogério Zimmermann para o Gauchão 2017 (Foto: Jonathan Silva)

O primeiro tempo do amistoso foi muito corrido, com as duas equipes procurando jogar, buscado as jogadas pelo flanco. O Brasil saiu melhor no toque de bola, mas com o decorrer da partida foi envolvido com o domínio do São Paulo, e encerrou em 0 a 0. Partida marcada por muitas faltas e com várias paralisações. O Brasil atuou no 4-2-3-1, com Aloísio sendo o articulador da equipe.

Já o São Paulo, no 4-4-2, com mais ritmo de jogo - começou primeiro e fez quatro amistosos, assim deu muito trabalho ao lado esquerdo Xavante. As oportunidades de gols ocorreram em lance de falta cobrada pelo atacante Gustavo Papa e depois no cabeceio de Leandro Camilo. No São Paulo, o meia Cléberson, ex-Brasil, perdeu oportunidade clara na área pequena.

Depois Neílson obrigou o goleiro Eduardo Martini a fazer a primeira grande defesa da temporada, na noite do seu aniversário.

Segundo tempo
Custou a começar, devido a falhas nos refletores e ao aquecimento das lâmpadas. Joga ou não joga a segunda etapa e Eduardo Martini aceitou o desafio, com menos iluminação - seguem os geradores no Estádio Aldo Dapuzzo. Jogo mais pegado, novas chances de gols, Martini brilhou em duas defesas, mais um milagre e mais paralisações.

O Brasil tentou o retorno do zagueiro Evaldo ao confronto. Ele tinha saído para a entrada de Cirilo, depois Zimmermann tentou colocá-lo no lugar do lateral Sciola, mas nada combinado e não rolou.

Algumas alterações mais de um lado e outro e nada de alterar o placar, o clima quente, pegado, colocou em teste o novo time de Rogério Zimmermann para o Gauchão 2017.

Ficha técnica
São Paulo: Gil Grando; Afonso, Navarro e Lacerda e Gaúcho; Roberto, Cleiton (Leomir) e Cléberson; Welder e Neílson (Leandro Rodrigues). Técnico: Gilson Maciel

Brasil: Eduardo Martini; Éder Sciola; Leandro Camilo, Evaldo (Cirilo) e Tiago Silva; Leandro Leite, Wender, Nem (Galiardo) e Aloísio (Lenílson), Jean Silva; Gustavo Papa (Renan Silva). Técnico: Rogério Zimmermann 

Árbitro: Maicon Zuge, da Delegacia de Pelotas.


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