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Pinturas para Ana

Exposição no Corredor Arte presta homenagem à ex-funcionária do HE

05 de Agosto de 2017 - 17h00 Corrigir A + A -

Por: Redação
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As pinturas trazem linguagens claramente individuais, buscando atender ao objetivo de humanizar o espaço. (Foto: Divulgação - DP)

As pinturas trazem linguagens claramente individuais, buscando atender ao objetivo de humanizar o espaço. (Foto: Divulgação - DP)

Até o dia 21 deste mês, o Corredor Arte do Hospital-Escola da Universidade Federal de Pelotas (HE UFPel) recebe a exposição coletiva Para Ana, das artistas Maria da Graça Antunes, Helena Badia e Nauri Flores Saccol. O nome da exposição foi escolhido em homenagem a uma antiga funcionária do hospital, Ana Brod, que por muitos anos foi curadora deste projeto.

As pinturas trazem linguagens claramente individuais, buscando atender ao objetivo de humanizar o espaço. As obras podem ser adquiridas na Ouvidoria do HE, localizada ao lado da exposição. A visitação ocorre diariamente, das 7h às 22h. O HE fica na rua Professor Araújo, 538.

As artistas
A artista Maria da Graça Antunes atua como presidente do Movimento dos Artistas Plásticos de Pelotas (Mapp), fazendo parte da sua diretoria desde a sua criação, em 2000. Ela expressa a sua arte através de obras figurativas, representando mulheres e moradas tanto na pintura como no volume da cerâmica. “É possível tornar, mesmo que por alguns momentos, mais leve o dia daqueles que circulam no hospital”, destacou.

Formada em Artes Visuais, Helena Badia é integrante da Diretoria do Movimento dos Artistas Plásticos de Pelotas e já participou de inúmeras exposições coletivas, alguns Salões de Arte, bem como da Bienal do Mercosul. Além disso, possui obras em acervos institucionais e no exterior.

Nauri Flores Saccol já fez diversas exposições individuais e coletivas em diversas cidades do Rio Grande do Sul e também no exterior, pelo Circuito Internacional de Arte Brasileira. Nesta exposição, Nauri apresenta peças exclusivamente com flores. “Retratar as flores para mim é representar bem mais do que o colorido da primavera”, comentou.

“Aqui estamos para proporcionar um pequeno oásis, uma fortalecedora refrescância à alma daqueles que por aqui circulam e que, ao contemplar um pouco de arte dão uma trégua às possíveis situações aflitivas que estejam vivendo”, contaram as artistas.

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